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Catástrofes climáticas não carecem de efeitos artificiais para atrair atenção na ficção, pois a realidade anda mais avassaladora e de perigo bem palpável. Mesmo assim os tornados são irrestíveis, tanto nos notíciários quanto no cinema. Proporcionam imagens magníficas e tem lá seus mistérios, segundo os estadudinenses. Isto posto, vamos ao que interessa: nesta férias de julho tem Twister nas telas, pretendendo arrasar quarteirão. E já sabe, quanto maior a tela, mais recursos sonoros da sala, melhor a experiência para filmes-castástrofes, portanto, garanta algo do gênero, como um Imax.
Dirigido por Lee Isaac Chung (mesmo diretor de Minari - Em Busca da Felicidade, de 2021), o novo Twister remete, na memória do espectador, ao primeiro, de 1996. Mas não se trata de continuação e nem de homenagem. É outro filme, aproveitando a tecnologia à disposição nos dias de hoje e ao advento das redes sociais.
A trama é centrada em Oklahoma, Estados Unidos, onde os tornados são personagens quase que do cotidiano. Começa com um de universotários, fazendo pesquisa que acaba em tragédia. Mas eis a sinopse da Warner;
Edgar-Jones estrela como Kate Cooper, uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi (Anthony Ramos), para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Glen Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.